terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Skinhead Girls (1969 )



Skinhead Girl Warrior
Listen to the world, what's the fuss?
Your politics don't mean shit to us
That Skinhead girl with all her pride
Will never run, will never hide
Refr.
Oi! Oi! Oi!
Skinhead Girl Warrior
She speaks her mind
Gets real loud
Knows her roots and she's proud
From the 60's till now
She's fought in the streets
A warrior who doesn't know defeat
Refr.
Oi! Oi! Oi!
Skinhead Girl Warrior
From the eastcoast to the westcoast
Inside myself I can hear the screams
The style all over
It may be different but in our hearts
Its all the same

Don't forget to struggle
Don't forget the streets
We must be united- as one


Fazendo esse post em homenagem as skinhead girls, e o seu valor tradicional dentro do movimento skin.
Vale lembrar que a luta no campo de batalha também é feita por muitas skins girls, como é feito pelos homens.
Pensamentos machistas dentro da nossa subcultura skin não prevalecerá mais. E esclarecer que elas não fazem partem da nossa subcultura para só serem nossas companheiras de role e shows, mas também deixar claro que muitos delas são verdadeiras batalhadoras perante o movimento skin.



O movimento Skinhead acabou fatalmente sendo mais impulsinado pelo lado masculino, visto que os anos 60 ainda existia um lado machista até dentro das culturas e cenas, outro diferencial foi a continuidade, o Skins foi uma evolução do Hard Mod, já a Skingirl ou eram as irmãs do Skins ou suas namoradas, a maioria das Mod Girl (66 a 68) acabaram indo pra cena Psicodelica e posteriormente virando Hippies, mas fora isso as mulheres sempre tiveram um papel muito importante na abertura libertação sexual dos anos 60, através das conquistas nas areas trabalhistas e sociais.

As Skinhead Girls, também são conhecidas com "Chelsea Girls", por causa do corte de cabelo, corte esse conhecido como "Feather Cut" (raspado atras, exeto franja e laterais), no visual as marcas classicas foram praticamente as mesmas usadas pela gurizada: Camisas e Vestidos da Ben Sherman, Polos e Vestidos da Fred Perry, Casaco Crombie, Monkeys Boots (Dr Martens), raramente usavam suspensorios, calça Levis ou saia! Outro termo conhecido para elas é "SkinByrds", associado as meninas que não tinham um visual tão agressivo (tentando parecer com os meninos), usando tennis adidas ao invês de Botas "Dr Martens" e o cabelo um pouco mais comprido! Depois do final da cena Skin em 70, teve o surgimento dos Suedeheads e Smooths, as meninas seguiram essa evolução e foram chamadas de Sorts, seguindo a mesma linha estetica que tinham quando SkinGirls - infelizmente não existe nenhum documento acessivel relacionado a elas!

Pela primeira vez, as garotas tinham seu próprio nome enquanto tribo. As Smoothies Girls eram chamada de SORTS.


Na segunda metade dos anos 70 mais duas cenas nasceram interligadas a cultura Skin: as Knucle Girls - que é uma versão Hoolligan feminina, e bem fiel, elas saiam para os jogos pra bater e chegaram a montar pequenas gangues de torcedoras para se encontrar nos pubs - e as Rude Girls que chegaram junto com a cena 2Tone, que tinham uma ideologia anti racista vide a propria proposta que as bandas colocavam em suas letras!



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Recopilatorio Skinhead Women Crew - 2 The Skinhead Girl
Este é o 1º volume de uma compilação dedicada às garotas Skinheads, contando com Laurel Aitken, Symarip, On File, Curasbun Oi! entre outros.

Vol.01

01. keltoi - xoven skingirl
02. nota - skinhead girl
03. curasbun oi! - skingirl
04. loikaemie - renee girl
05. gymslips -renees
06. skinflicks - the pride of our scene
07. symarip - skinhead girl
08. cock sparrer - east end girl
09. warzone - skinhead girl warrior
10. oi! the arrase - skinhead girl
11. laurel aitken - rude girl
12. on file - birds don't like the skinheads
13. the busters -sharp dressed girl

Download - http://www.4shared.com/file/97596284/3f9491b1/SKINHEAD_WOMEN_CREW.html

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The Skinhead Girl Crew (Varios - Vol. 02)

A coletania Skinhead Girl e Rude Girls em forma de belissimas canções.

Vol. 02

01. Red London - All The Skinhead Girls
02. The Warriors - South London Girl
03. Swoons - Skinhead Girl
04. Mele Marce - Skinhead Girl
05. Partia - Skinhead Girl
06. Orange Street - Rude Girl
05. 4 Promilem - Jenny
06. The Busters - Rude Girl
07. Evil Conduct - My Skinhead Girl
08. Skalariak - Neska Reggae
09. Blanks 77 - Chelsea Girls
10 Skontra - Son Tus Puños
11 The Tennors - Reggae Girls
12 Doubling Boys - Skinhead Girls

Download: http://www.megaupload.com/?d=0TPYFCRN

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Skinhead Nation - George Marshall (1996)
livro que deu origem ao documentario "World of Skinhead", as pessoas que participaram do livro, nas entrevistas, tambem aparecem nos relatos do documentario - o livro está dividido em 12 partes que falam desde a musica até as origens do verdadeiro Skinhead, escrito por George Marshall, o mesmo do classico "A Biblia Skinhead".

Download [ PDF ]. http://www.easy-share.com/1908453871/Skinhead%20Nation%20-%20Georges%20Marshall%20%28Blog%20A%20Cena%29.rar
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Chelsea Girls

Chelsea: penteado que se popularizou na segunda metade dos anos 60 e está em evidencia até hoje, a palavra “Chelsea” é originada do antigo idioma britanico (Cockney – dialeto e sotaque distinto a outras palavras), está por sua vez da nome a um bairro ingles (situado no centro de Londres), um time de futebol (Chelsea Football Club) e as famosas botas que os Mods usavam (também conhecidas como Boot Beatles). A tradução direta dentro do dialeto Cockney seria “local de desembarque“, mas o nome estabelecido como ”corte de cabelo” está historicamente associado a musica da cantora Joni Mitchell de 1969, “Chelsea Morning“, (Musica: http://letras.terra.com.br/mitchell-joni/258214/). Tradicionalmente é um penteado curto na parte superior atras da cabeça, quase depilado, com a franja curta ou um pouco maior da mesma parte da na parte inferior da nuca (mullets), as laterais das orelhas compridas dando um formato de pena ou pluma, conhecido como “Feather Cut”. Primeiramente este penteado já era ultilizado pelas Mod Girls, influenciadas por cantoras como “Marianne Faithfull”, mas ganhou destaque maior com as Skingirls (ou Byrds), que com o penteado inovador foram frequentemente chamadas de “Chelsea Girls”, o penteado tomou tamanha importancia que quando uma Skingirl queria entrar na cena, os mais velhos pediam que ela utiliza-se um corte bem mais curto que o convencional por um sinal de respeito e iniciação!

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Chelsea e sua definições.


Chelsea: penteado que se popularizou no fim dos anos 60 e está em evidencia até hoje, a palavra "Chelsea" é originada do antigo idioma britanico (Cockney) e que dá nome a um bairro, um time de futebol e as famosas botas que os Mods usavam, a tradução direta seria "local de desembarque", mas o nome como "corte de cabelo" está historicamente associado a musica da cantora Joni Mitchell, "Chelsea Morning". Normalmente é um penteado depilado na parte superior atras da cabeça ou apenas com um corte curto, mas com exceção a franja, laterais perto das orelha e parte inferior atras da cabeça (mullets), as Skingirls (ou Skinbyrds) foram frequentemente chamadas de "Chelsea Girls" por conta de estilo de cabelo que tambem é chamado de "Feather Cut" por ter um formato de pena, pluma ou pincel (laterais).
Na Inglaterra quando uma Skingirl queria entrar na cena, os mais velhos pediam que ela usasse um corte bem mais curto que o convencional por um sinal de respeito e iniciação!



Esta estetica ia acompanhada de um corte que se chamou Chelsea e por isso já podemos saber que é em honra as primeiras skingilrs.

Chelsea Girls - Blanks 77

Chelsea girls have short hair
oxblood docs and jeans of blue
watch out boys, she's after you
with a Fred Perry shirt and
a green flight jacket
that funny girl, she's causin' a racket
listening to blitz and the four skins
vespa scooters not safety pins
always with a drink in hand
or else she pogos with the band

[Chorus:]
Chelsea girls are everywhere
Chelsea girls they have short hair
chelsea girls say Oi! Oi!
chelsea girls like skinhead boys
She's not a hippie spreadin' peace and love
don't give a fuck about the heaven above
she's just a skin shoutin' Oi! Oi!
can't even play makin' lots of noise
listening to blitz and the four skins
vespa scooters not safety pins
always with a drink in hand
or else she pogos with the band.




Symarip - Skinhead Girl

there she goes
swinging down the high street, yeah
hair cut short
boots and jeans
she looked at me and smiled
i know that smile's for me
she was my height my weight my size
she wore braces and blue jeans
she was my skinhead girl (x4)
i made up my mind
i'm gonna be courageous, yeah
her hand in my hand
touch her gentle
she looked at me and smiled
i know that smile's for me
she was my height my weight my size
she wore braces and blue jeans
she was my skinhead girl (x4)

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Punx e skins saem todas as noites...
Punx e skins sempre vão resistir....
Coturno no pé, cabelo espetado, não ligamos...
punx e skins!
OI!OI!OI!
OI!OI!OI!
OI!OI!OI!

Deixa outro assunto bem importante aqui.
A união entre punks e skins anti-nazifascista tem que ser sempre colocaba em primeiro lugar em nossa batalha. Lutamos pelos mesmos objetivos e enquantos essas tretas e bate-boca continuarem, a escória só tem de aumentar, e aproveitarão a nossa desunião, essas fronteira e divisões subcultual e ideologica devem ser acabada!
Basta se informar um pouco e deixar de ser um ignorante fdp e parti para essa união!


As bandeiras se multiplicam, as marchas partem. Partem-se as barreiras do medo. Medo maior que o que te faz calar, vendo a miséria, o choro, crianças com fome e sem lar. Somos vítimas de um governo insensível, que nos mostra em belas cores um retrato horrível. o Brasil, falsas leis, falsa democracia. Legitimada pela ignorância da maioria que tira seus exemplos da novela, mas não tem negros nem tem pobres ali dentro da tela. Só romance e alegria. Não é esse o país que vejo todo dia!!



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THANK YOU SKINHEAD GIRL


Thank You Skinhead Girl - Trailer from Sharon Woodward on Vimeo.


JÁ AS VENDAS!
(DVD - DO FILME DOCUMENTÁRIO)

http://www.concordmedia.co.uk/details.php?ID=1731

Ela fez o filme em homenagem as skinhead girls.
E eu faço esse post em homenagem a SHARON WOODWARD.
Por ser um exemplo de mulher, e que mesmo com o tempo que passou ela fez um grande trabalho e ajudando a mostrar o que nossa cena skinhead na verdade representa, e quais a influencias que teve e que ficou em sua vida.
OBRIGADO SHARON!



THANK YOU SKINHEAD GIRL
BY SHARON WOODWARD.



"Obrigado SKINHEAD GIRL " é uma fascinante e verdadeira
Filme Documentário / sobre uma menina EX-SKINHEAD estudante, Sharon MS
WOODWARD. Ele destaca os seus dias como uma menina skinhead, com ska
Música, estilo skinhead e 1980. O apogeu da '2 TONE 'música que
JUVENTUDE INTRODUZIDAS EM CONJUNTO preto e branco em tempos difíceis no PRESENTE.
É um filme de Primeira Classe / Documentário ESCRITA, editado e produzido
Por Sharon em pessoa!



Experiência cineastas de estar no cuidado e se tornar uma garota skinhead durante o final dos anos 70 início dos anos 80.

Ele dá a introspecção em uma cultura juvenil sub-rotina que tem sido um dos mais incompreendidos de todos os jovens grupos. O filme mostra a origem histórica do movimento skinhead, a moda, música e a estrutura do grupo em Oxfordshire, no Reino Unido no momento.

Através da voz do cineasta somos levados para a reflexões pessoais da época, que mostra uma garota de classe operária encontrar refúgio dentro do movimento skinhead. Um lugar onde ela cresceu, sobreviveram, prosperaram e, finalmente, aprendi uma lição muito dura desconfortável, por meio da violência.

O filme apresenta músicas de lendas do Reggae 'Symarip, banda de ska The Oxford Pneumáticas e galês Oi! A banda The Oppressed.

Este filme foi habilitado pela Screen Comunidade Sul-financiar projectos e OFVM - Oxford Film Production Equipamentos Award.


Original Formato: DVD / DV
Ano de Produção: 2009
Duração: 45 min
Diretor: Sharon Woodward
Produtor: Sharon Woodward
Executivo / Co-Produção: Richard Duriez, Gary Shenton
Editor: Sharon Woodward
Diretor de Fotografia: Richard Duriez
Som: Dan Goodwin, Lucas Parkyn, Suzy Antes
Música: Symarip, Oxford banda de ska The Insufláveis, galês Oi! A banda The Opressed.

Production Company:
Mischief Pictures
Sharon Woodward / Richard Duriez
www.mischiefpictures.co.uk
rich@mischiefpictures.co.uk

Agente de vendas:
Mischief Pictures
Sharon Woodward / Richard Duriez
www.mischiefpictures.co.uk
rich@mischiefpictures.co.uk

Thank You Skinhead Girl
Synopsis and Credits



Sharon trabalhou no filme há dois anos, embora este não era em tempo integral e todos os dias. Era algo entre 1 - 3 dias por semana, ela fez depois de tudo ter que fazer outro trabalho.
Este foi o primeiro filme feito sobre Skinhead Girls e deve receber algum reconhecimento oficial, por isso vou persegui-lo de qualquer maneira.

Sharon Woodward
Trabalhador Project cineasta independente


||Thank You Girl Skinhead, os festivais de cinema e entrevistando Roddy Moreno||


Sharon diz:

Obrigado Skinhead Girl está sendo exibido no Festival Internacional de Falstaff na 15 ª novembro. Geralmente o feedback que tenho recebido tem sido muito positiva, com muitas pessoas dizendo (especialmente aqueles de fora da cena) que eles sentiram que tinham informações certas para a cena skinhead que de outra forma não teria. Que muitos pensavam novamente e não saltou para as conclusões mais usual depois de ter visto o meu filme.

A outra coisa que aconteceu neste fim de semana é que eu entrevistei Roddy Moreno. Para aqueles que lêem o meu blog regularmente teria me ouvido falar de "The Oppressed" Se você faz parte da cena Skinhead, você saberá quem eu estou a falar. No entanto, para aqueles de vocês que está lendo meu blog, como resultado do meu filme. Roddy Moreno é um cantor com a banda The Oppressed, têm recentemente reformado e está fazendo um selecionados alguns shows.The Oppressed. Para mim foram uma bandeira ou o rótulo que eu pudesse desligar-se e dizer, pelo menos, há uma banda de desafiar o estereótipo do "Skinhead". Eles se recusaram a jogar fascistas em seus shows e fez um stand como um anti-racista.

A outra área é claro para mim e é um que eu tenho um blog sobre antes. É verdade que foi uma área que eu muitas vezes na minha juventude me vi caindo com os homens sobre Skinhead. Foi o feminismo, eu não estou falando sobre o feminismo de classe média branca acadêmica, que a mídia desempenhou sempre para cima e fez uma edição fora, mas o mais porcas e parafusos questões de mulheres da classe trabalhadora.
De que eu preciso dizer Skinhead Girls eram e como eu já disse e defendeu-me, eu acredito que ser um skinhead foi o feminismo de muitas meninas da classe trabalhadora. Roddy Moreno sempre falou da igualdade de 'Homens' e eu estava curioso para saber se a sua posição sobre a igualdade entre homens estendido para 'Mulheres’.

Eu sentir um pouco nervoso sobre o que aborda esse assunto com ele.
Por quê? Bem, eu acho que se você admira alguém que você não quer decepcioná-lo em seguida. Eu ficava pensando se ele acaba por ser misógino completo? Eu não sou o tipo de pessoa / mulher que se senta lá e levá-la. Mas era mais a ver com a admiração, porque eu suponho que em algum nível, eu não quero perder isso.
Eu queria ficar mais amplo perfil de como o homem como eu poderia possivelmente. Ele não saia em torno de perguntas que lhe fiz. Embora eu sentisse que ele estava mais confortável com algumas questões que os outros. Então, sim eu fiz buscá-lo sobre a questão das mulheres e das mulheres na cena Skinhead.
Então, sim, falou sobre o feminismo e sua referência sempre a igualdade de 'Homens' e eu queria saber onde as mulheres tiveram destaque na medida em que seus pensamentos e também as raparigas skinhead dentro da cena. Assim, embora eu não concorde com todas as Roddy Moreno disse e tenho certeza que ninguém ficaria surpreso com a minha dizer isso. Minha admiração por ele que eu sou satisfeito dizer que permanece intacto.

Se alguma coisa foi o seu louvor constante e orgulho que senti como um pai que me conquistou. Infelizmente, ele não disse muito sobre este assunto na câmera como eu teria gostado. No entanto, como alguém que não tinha um pai na minha vida eu fui tocado pela maneira na qual ele falou de seu filho com carinho e amor, enfatizando que ele queria ter certeza de que seu filho sempre se sentia amado.
No entanto, como um certo número de skinheads de idade eu tenho falado sobre o ano passado ele também cuidou de seu filho por conta própria e tornou-se mais domesticado que ele provavelmente gostaria de admitir. Ele é um trabalho gajo skinhead classe e de certa forma eu tem o que eu provavelmente esperava. Onde eu acho que o nosso terreno comum foi que, como me sentia tinha havido uma injustiça na cena skinhead e que a extrema-direita não tinha nada a ver com ser um skinhead que a igualdade das 'pessoas' foi importante para todos.
Eu me sinto como se eu tivesse feito um círculo completo com a minha viagem de nostalgia, e talvez isso vai acabar aqui, mas como The Oppressed, esses blogs apenas continuar a voltar!

Sharon Woodward
Projeto / Trabalhador cineasta independente


Feedback sobre Obrigado Skinhead Girl

Algumas semanas atrás, um Swan Sean Professor da Universidade Gonzaga, em Washington mostrou o meu filme "Thank You Skinhead Girl aos seus alunos.
Ele escreve:
"'Ser um skinhead foi o feminismo de classe garotas de trabalho", assim escreveu independente cineasta Sharon Woodward.' Thank You, Skinhead Girl 'é autobiográfico conta a Sharon de seu tempo como uma garota. Olhando para trás de um quarto de século depois, Sharon acredita que ela não seria a pessoa que ela é hoje se não tivesse sido para o seu tempo como um skinhead, e que a ajudou a lidar com seu passado familiar conturbado e tempo no atendimento.
Ele também dá um interessante relato em primeira mão sobre as origens do movimento skinhead original 1969 como uma convergência entre a música ea cultura dos imigrantes da Jamaica e da cultura da classe trabalhadora Inglês.

Eu estava realmente muito levado de volta com a reação e senti que gostaria de compartilhar algumas destas com você. Uma vez que muitos de vocês têm vindo a acompanhar os meus blogs e, posteriormente, o making of do filme.

O que segue são alguns dos ensaios e trechos de ensaios que foram realmente interessante para mim ler.

Alunos (1)

Obrigado Skinhead Girl

Woodward Sharon dirigiu e produziu "Thank You Skinhead Girl", a fim de educar as pessoas sobre o movimento skinhead, que Woodward considera-se muito mal. Eu acredito que Woodward tem um negócio de credibilidade, porque ela era um skinhead e experientes do movimento a partir de dentro, durante a sua importância.

Durante a introdução do filme, fiquei um pouco surpreso. Eu não poda acreditar que Sharon era um ex-skinhead baseado fora de primeiras aparições. Tendo crescido à sombra de uma grande área metropolitana, primeiro concluiu que ela seja uma clean-membro redução média da classe média. Se eu fosse a correr para ela nas ruas de Portland, a primeira impressão que eu iria receber seria a de uma mulher da classe trabalhadora, definitivamente não skinhead anterior. Eu também aprendi muito sobre o movimento skinhead, enquanto a ver este documentário. Eu sou um pouco envergonhado de admitir isso, mas eu não sabia que o movimento skinhead se originou no Reino Unido. Eu sempre tive (e arrogante) assumiu que o movimento skinhead foi um fenômeno exclusivamente americano.

Nunca aprendi tanto sobre skinheads crescendo, como era um assunto tabu e não na minha casa e minha verdadeira exposição só estava vendo os skinheads em minha cidade natal, os quais são membros de movimentos radicais poder branco (que eu havia assumido que os skinheads eram inerentemente racista). Achei fascinante que os inquilinos núcleo do movimento skinhead antecipada consistia na mistura de estilo de música jamaicana e britânica e da cultura (como o reggae), assim como eu também era interessado nas origens do movimento skinhead entre a classe trabalhadora da sociedade britânica.

A revelação de que os skinheads originais não estavam interessados na raça ou na política definitivamente me fez reavaliar minha opinião sobre todo o movimento skinhead. Também gostei da maneira Sharon Woodward entrevistou ex-integrantes do movimento skinhead. Tal como acontece com Sharon, eu nunca teria imaginado que algumas das pessoas que jamais haviam pertencido a um tal movimento. Mas as entrevistas revelaram uma pessoal e sincero lado mais a cada um dos ex-membros, e estou convencido de que quase todos os membros (durante o movimento original no Reino Unido) juntou-se simplesmente de encontrar um lugar que poderia caber em encontrar e camaradagem , como evidenciado pelo o comentário de Sharon "Os homens skinhead me tratou como uma irmã mais nova - Eu me senti mais segura em torno dos homens skinhead então não." Parece-me que a questão da política raça só entrou em cena mais tarde na história, particularmente nos Estados Unidos Estados, onde o skinhead "termo" ainda atrai conotações muito negativas. No entanto, eu teria gostado de ver mais de uma ênfase e um enredo que ilustram como e porque o movimento skinhead se transformou em questões sobre a raça.
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Sharon
Eu brinquei com isso, porque é engraçado quando você receber feedback sobre a forma como as pessoas vêem você. Considerando minha experiência eu sempre acho engraçado quando as pessoas pensam que eu sou de uma família de classe média. Tenho sido muitas vezes provocado pela minha voz e foi dito que o som elegante. Isso não me incomoda Eu tenho certeza que anos estudando e mistura em outra empresa não tem dúvida alargado meu vocabulário e que eu vou fazer? Coloque em um sotaque! No entanto, é interessante as respostas que obtemos e os pressupostos que fazer com as pessoas eu me incluo nessa também, tenho certeza que mais uma vez que eu pulei a conclusões sobre uma pessoa.
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Alunos (2) Extrato de Ensaio

"Skinhead Girl"

racista, agressivo, violento, drogado, vingativo e imoral: estes são os termos que me vêm à mente quando ouço "skinhead". Ler sobre o movimento nazista na minha escola a história da classe alta, bem como de prestar atenção " American History X ", eu só tenho sido exposto à visão americana de um skinhead. No meu entendimento, skinheads americanos são gangues racistas, que são indiscutivelmente visto como o moderno Ku Klux Klan. O objectivo destes skinheads era continuar o movimento nazista de criação de uma sociedade branca, tudo. Embora estes skinheads tinha uma meta de destruição, este documentário mostra que este é o completo oposto da verdade.
Assustada, vulnerável, sozinha: estes são os termos que eu usaria para descrever a Sharon, uma garota. Parece que ela era uma garota skinhead para encontrar sua identidade. Ela viveu e respirou tudo o que ela achava que deveria ser uma garota. Ela tinha uma visão distorcida dos homens e forma como a sociedade deve tratá-la como uma mulher. Ela encontrou conforto na aparência de um homem, ela encontrou conforto em ser capaz de se esconder por trás de um movimento. Ela não era racista, agressiva ou violenta. Ela queria ser parte de um grupo.

O sentimento de pertença e envolvimento da comunidade parece ser a espinha dorsal desse movimento cultural. A necessidade de corte de se sentir como se pertence parece ser o objectivo destes skinheads. Eles não estavam se formando para eliminar uma raça ou de ódio por ninguém. Parece que todos estavam perdidos e encontrou conforto em ter outro. Sharon várias vezes referido como ela descobriu o orgulho que ela nunca tivera em si mesma durante seu tempo como uma garota. Gangues, bem como outros grupos fornecer uma saída para aqueles que nunca sentiram um senso de comunidade antes. Provavelmente esta é uma parte da sociedade civil. Apesar de ter uma sociedade civil vibrante necessário para qualquer país deste grupo traz um sinal positivo de uma maneira diferente.

Embora pareça que o seu objectivo era trazer comunidade, parece que, para além de que eles não têm muita finalidade. Sharon não se aprofundam muito sobre o que eles realmente fizeram em um-a-dia-dia além de pendurar ao redor da Praça Bona, roubar o mercado local, e tirar fotos. Eles eram inofensivas. A única prejudicial ou violência que ocorreu foi entre gangues skinhead principalmente o que parecia ser conversa de criança. Era realmente apenas uma saída para essas meninas para encontrar um lugar onde eles realmente montado dentro. Eles não tinham nenhuma agenda política ou social, e agora os restos das botas Dr. Martin e cabeças raspadas, o cabelo tingido é slim. Eles desbotada que os membros encontrados outros estabelecimentos e comunidades para participar.
O documentário moldado meu ponto de vista de um skinhead. Já não vou pensam automaticamente de violência, raiva e destruição. Encontrar o seu lugar na sociedade e me sentindo como suas matérias existência é uma necessidade humana. A sociedade civil oferece isso. skinheads O que ofereceu a Sharon.
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Sharon
Mais uma vez eu achei isso interessante, pois muito ainda não tinha sido associado com a Grã-Bretanha e da cultura histórica do movimento Skinhead. Esta foi de fato muito agradável sentir que estes jovens tinham sido capazes de assistir meu filme e estar de mente aberta o suficiente para refletir sobre ele e ver que só tinha sido apresentado com uma versão, uma imagem da cultura juvenil sub.
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Student (3) Extrato de Ensaio:

A primeira forma em que fiquei impressionado com o filme foi aberto e honesto como Sharon estava em compartilhar suas experiências passadas. Isso me permitiu ver o grupo a partir de um ponto de vista diferente e aumentou meu conhecimento do grupo. Eu tinha pensado sempre de skinheads como sendo todos do sexo masculino, com talvez algumas mulheres na ocasião. Desde que eu tive esta idéia preconcebida, eu estava me perguntando por que uma garota gostaria de participar de um grupo skinhead e como muitas outras meninas se juntaram ao grupo. abertura de Sharon sobre seu passado deu uma resposta clara a esta pergunta. Considerando a sua vida difícil em casa durante a sua infância era fácil ver que um grupo como os skinheads teriam oferecido anonimato e proteção. Eu soube que não havia realmente gangues skinhead, que consistiu completamente das mulheres.

Depois de alterar a minha opinião sobre esses dois aspectos do grupo, que ainda questionou por que o grupo existiu e onde o racismo entraram em jogo. Fiquei chocado ao ver que não havia negros na verdade em vários grupos skinhead e as origens do grupo remontam à Jamaica. No começo eu achei a música que acompanhava o filme estranho, porque tinha um reggae pesado sentir, até que eu aprendi que o grupo se originou. Os grupos skinhead não se originou como um movimento social com a intenção racista, mas sim, era mais de uma cultura de indivíduos unidos na música que ouvia, a forma como se vestiam, e os seus estilos de vida.
Agradeço a Sharon para unir um filme que ilustra um quadro muito diferente de skinheads que o que eu já tinha visto. Eu era capaz de ver uma cultura de povos que compartilham um estilo de vida comum que pode ter sido único, mas estava longe de ser um grupo de ódio racista. Embora alguns grupos racistas podem chamar-se skinheads no mundo de hoje, seria injusto associar todos os skinheads com este rótulo. Eu era capaz de ganhar a introspecção no fundo, estilos de roupas, e estilos de vida global de muitos skinheads precoce através da observação 'Thank You, Skinhead Girl ".

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E, finalmente, eu gostaria de entregar um resumo sobre o número de estudantes 4
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Aluno (4) Extrato de Ensaio

Este filme foi realmente agradável para mim e eu estou feliz por ter tido a oportunidade de vê-lo. A história que ela disse foi que era fácil para os jovens se relacionar de alguma forma. De alguma forma crescente até se quer pertencer a algo e sentir parte de algo, de alguma forma e, embora as pessoas não podem participar de algo tão conhecido como skinheads, eu tenho certeza que de alguma forma as pessoas entendem por que ela se juntou ao grupo skinhead. Ele também abriu meus olhos para muitas coisas, especialmente esta idéia de que existem muitos tipos diferentes de grupo em uma cultura ou movimento e nem sempre são as mesmas, as pessoas nem sempre se juntar, pelas mesmas razões, e elas podem ser tanto positivos como negativos ----------------------------------------------------------------------------------
Obrigado a Swan Sean e todos os seus alunos adorável que foram tão gentis o suficiente para comentários sobre o meu filme.
Sharon Woodward.


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THANK YOU SKINHEAD GIRL
BY SHARON WOODWARD.


Roddy Moreno Entrevistas


Parte. 01
Sharon Woodward fala de Cardiff com o cantor do País de Gales Skinhead Oi! A banda The Oppressed do Roddy Moreno. Para aqueles não familiarizados com a cena Skinhead, Moreno era conhecido por sua posição contra a extrema-direita e depois para a introdução SHARP (Skinheads Against Racial Prejudice) no Reino Unido.
Nesta primeira parte da entrevista, Moreno está no território conhecido como ele fala dos primeiros dias com The Oppressed e sua experiência de lidar com o equívoco comum do estereótipo skinhead.



Parte. 02
Na segunda parte da entrevista de Moreno, estamos a tratar de suas opiniões sobre 70 e 80 de comédia britânica como Love Thy Neighbour e seus pontos de vista sobre Direitos da Mulher (vê-lo recuar!).

Na série seguinte Moreno fala de uma forma não costumam ser ouvidas.

Parte. 03
Parte terceira parte do Roddy Moreno da entrevistas, o cantor do País de Gales Oi! banda The Oppressed e do homem que liderou SHARP (Skinheads Against Racial Prejudice) aqui no Reino Unido, fala com o cineasta Sharon Woodward sobre seus dias de escola, educação, religião e, claro, The Oppressed.


Parte. 04
Esta é a parte 4 deste estilo de entrevista coletiva com Sharon Woodward. Roddy Moreno nascido em Cardiff, dá-nos a introspecção em seu despertar sexual, seu amor de Reggae e suas tatuagens.



"Nenhum dos verdadeiros skins pode ser racista. Sem a cultura jamaicana, os skinheads não existiriam. Foi a cultura deles, misturada com a cultura da classe operaria britânica, que fez do skinhead o que ele é."
(Roddy Moreno, fundador do SHARP na Grã-Bretanha)




The Oppressed - Skinhead Times
you think you got it made
but you don't pay the price thats paid
and when the chips are down
you never seem to be around
you always talk it
but your too afraid to make a stand
you never walk it
in your mixed up skinhead wonderland

what ever happened to our culture
and where have all the bootboys gone
in skinhead times

and now the the time has come
no place to hide, nowhere to run
we see you know the score
so which side are you fighting for
if you ain't man enough
to stand up and defend your roots
maybe it's time for you
to grow your hair and lose your boots

what ever happened to our culture
and where have all the bootboys gone
in skinhead times




terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Dia Internacional da Mulher

( Pitty em homenagem a 8 de Março)
Quando reflito sobre a importância do Dia Internacional da Mulher, eu acho que o primeiro pensamento que eu tenho é - porque não é todos os dias uma oportunidade para celebrar as mulheres e suas contribuições para a sociedade?!

Quer gostemos ou não reconhecê-lo , as mulheres na sociedade de hoje - e até mesmo o mundo ocidental - é muito mais que a de um cidadão de segunda classe. Por exemplo:
- Na Câmara dos Comuns do Canadá, 22% dos assentos são ocupados por mulheres.
- As mulheres têm sido considerados "pessoas" na sociedade canadense só por 80 anos.
- Não foi até 1982 que é a igualdade das mulheres foi incluída em nossa Constituição.
- mulheres canadenses ainda só ganham US $ 0,72 para cada US $ 1,00 um homem faz.
- As mulheres representam 83% das vítimas de violência doméstica em Portugal.

Embora seja importante reconhecer o estado desolador de a igualdade das mulheres em Portugal e no estrangeiro, também é importante para celebrar as realizações surpreendentes e contribuições das mulheres no mundo inteiro. Algumas delas incluem:
- O presidente Obama defendem poderosos de direitos das mulheres uma agenda
- Sarah Palin e Hillary Clinton forjar inovador território na política E.U.
- Peggy Whitson foi a primeira mulher a comandar a Estação Espacial Internacional
- bancos ganhar Women in do Parlamento de Ruanda, tornando-os 55% maior!
- As mulheres constituem 56% da população da faculdade - um grande ganho de já não poder assistir as instituições a todos!

Assim celebrar as mulheres e meninas em uma base diária. Leia blogs como Feministing. Apoiar as organizações que fazem um grande trabalho, como a Fundação de Ação Girls ou a Mulher Fundação Canadense . Dizer a uma mulher ou menina que você valoriza-los por sua força, inteligência, integridade, ou habilidades de liderança. Falar contra o sexismo ou assédio sexual. Chame-se uma feminista e falar com outras pessoas sobre o que isso significa para você. Votação - era algo que tinha de ser conquistada!

Tudo o que você escolhe fazer - ter um Dia Internacional da Mulher e maravilhosa que você pode levar este espírito de solidariedade e justiça para as mulheres nos outros 364 dias do ano!


Esta na hora... ANTI CONFORMISMO JÁ!!

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Votes for women!

ACIMA À DIREITA A VERDADEIRA ALICE PAUL, MULHER EXTRAORDINÁRIA


Sinopse da imprensa oficial pela HBO Katja von Garnier "Iron Jawed Angels" fala e pouco conhecida história notável de um grupo de apaixonados e dinâmicos mulheres jovens, liderados por Alice Paul (Hilary Swank) e sua amiga Lucy Burns (Frances O'Connor), que põem suas vidas na linha de combate para as mulheres norte-americano direito de voto. Swank e O'Connor cabeça de um ensemble feminino excelente, com Julia Ormond, Molly Parker, Laura Fraser, Brooke Smith e Vera Farmiga como uma banda de rebeldes das mulheres jovens que procuram o lugar na mesa, e ícones do cinema como Lois Smith, Margo Martindale e Anjelica Huston como a geração mais velha de aço de sufragistas. Esta verdadeira história tem paralelos surpreendentes até hoje, como a luta de jovens ativistas com questões como os desafios do protesto de um presidente popular durante a guerra eo equilíbrio constante entre o amor ea carreira. Utilizando uma trilha sonora pulsante, cores vivas, e uma câmera freewheeling, Katja von Garnier ("bandidos"), estilo de condução cinema agita os preconceitos do filme de época e dá uma história contemporânea de energia vibrante e relevante.



Iron Jawed Angels


titulo original: (Iron Jawed Angels)
lançamento: 2004 (EUA)
direção: Katja von Garnier
atores: Hilary Swank , Margo Martindale , Anjelica Huston , Frances O'Connor , Lois Smith
duração: 123 min
gênero: Drama

SINOPSE:
Filadélfia, setembro de 1912. A quaker Alice Paul (Hilary Swank), que viveu um bom tempo na Inglaterra, vai com sua melhor amiga, Lucy Burns (Frances O'Connor), se encontrar com a reverenda Anna Howard Shaw (Lois Smith), que preside a Associação Nacional das Mulheres Sufragistas e tem Carrie Chapman Catt (Anjeica Huston) como braço direito. Anna e Carrie têm posições bem conservadoras, que fazem o movimento avançar muito pouco em vários anos - só em 9 estados as mulheres votam. Alice, uma feminista, está disposta a arriscar tudo para obter uma emenda na constituição que permita que todas as americanas votem. Após uma resistência inicial de Anna e Carrie, Alice tem aprovada sua idéia fazer uma passeata em Washington no mesmo dia da posse do presidente Woodrow Wilson (Bob Gunton), pois naquela data haveriam muitas pessoas na capital. Alice chefiará o comitê da ANAMS em Washington, mas terá que arrumar fundos sozinha para fazer a passeata. Chegando na sede da ANAMS em Washington, Alice e Lucy se deparam com um "escritório" que parece um local abandonado, pois nada funciona. Elas então tentam organizar o lugar e obter apoio para a passeata, assim vão até uma fábrica onde trabalham várias operárias. Após uma pequena resistência conseguem o apoio de Ruza Wenclawska (Vera Farmiga), uma líder entre as trabalhadoras. Mabel Vernon (Brooke Smith) também se junta a elas e Ida Wells-Barnett (Adilah Barnes), uma negra de Chicago, aparece para dizer que marchará na passeata, mas não aceitará a idéia de que as negras fiquem na parada em separado, atrás. Alice alega que pensou nisto pois poderá perder o apoio dos sulistas e é um risco que não pode correr com os democratas no poder. Lucy diz que esta é uma posição prática e Ida diz que isto é preconceito disfarçado de política. Outra que trabalha pela causa é Doris Stevens (Laura Fraser), que por acaso pede o apoio de Emily (Molly Parker), que é a esposa de senador democrata Thomas Leighton (Joseph Adams). O partido dele é contra o voto feminino, mas o tempo mostrará que Emily e Thomas têm posições bem distintas. Numa reunião social, Alice, Lucy, Mabel e Doris vão pedir doações e lá Lucy também por acaso fala com Emily. Porém o senador não deixa a conversa evoluir. Alice conhece Ben Weissman (Patrick Dempsey), que trabalha como desenhista no Washington Post, e Inez Millholland (Julia Ormond), uma advogada trabalhista que tem idéias que se afinam bem com as de Alice. Inez é convidada a participar da passeata personificando uma guerreira. No dia da passeata muitas pessoas foram aplaudir ou protestar, enquanto Wilson era praticamente ignorado ao chegar na capital. Entretanto na parada o clima era cada vez mais tenso, pois os que protestavam se mostravam agressivos. A polícia "se distrai" e deixa os insatisfeitos invadirem a pista, para agredir quem estava na passeata. Isto resulta em 100 feridos e enquanto o conservadorismo de Carrie critica o que aconteceu, Alice e suas amigas encaram como uma vitória, pois a publicidade foi imensa e os jornais disseram que a culpa do tumulto foi negligência policial, com o Post exigindo uma investigação. Assim, antes que as feridas se curem, uma delegação foi se encontrar com Wilson, que foi evasivo sobre o voto para as mulheres, pois sabe que Anna Shaw não o pressionará. Elas então adotam um estratégia mais dinâmica, mas o que as espera seriam incapazes de imaginar."

Trailer


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A EVOLUÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

Resumo
Tudo iniciou com as I e II Guerras Mundiais em que as mulheres tiveram que assumir a posição dos homens no mercado de trabalho.Com a consolidação do sistema capitalista no século XIX, algumas leis passaram a beneficiar as mulheres. Mesmo com estas conquistas algumas explorações continuaram a existir. Através da evolução dos tempos modernos as mulheres conquistaram seu espaço. As estatísticas apontam que há mais mulheres do que homens no Brasil. Mostram também que elas vêm conseguindo emprego com mais facilidades e que seus rendimentos crescem a um ritmo mais acelerado que os homens.Mesmo com todas estas evoluções da mulher no mercado de trabalho, ela ainda não está numa condição de vantagem em relação aos homens, pois continua existindo muito preconceito e discriminação, mas principalmente desigualdade salarial entre homens e mulheres.

||Mulher - mercado de trabalho - discriminação e desigualdade||

Este artigo trata sobre a evolução da mulher no mercado de trabalho. As convenções do início do século, ditavam que o marido era o provedor do lar. A mulher não precisava e não deveria ganhar dinheiro. As que ficavam viúvas, ou eram de uma elite empobrecida, e precisavam se virar para se sustentar e aos filhos, faziam doces por encomendas, arranjo de flores, bordados e crivos, davam aulas de piano etc. Mas além de pouco valorizadas, essas atividades eram mal vistas pela sociedade. Mesmo assim algumas conseguiram transpor as barreiras do papel de ser apenas esposa, mãe e dona do lar, ficou, para atrás a partir da década de 70 quando as mulheres foram conquistando um espaço maior no mercado de trabalho.
O mundo anda apostando em valores femininos, como a capacidade de trabalho em equipe contra o antigo individualismo, a persuasão em oposição ao autoritarismo, a cooperação no lugar da competição.
As mulheres ocupam postos nos tribunais superiores, nos ministérios, no topo de grandes empresas, em organizações de pesquisa de tecnologia de ponta. Pilotam jatos, comandam tropas, perfuram poços de petróleo.
Não há um único gueto masculino que ainda não tenha sido invadido pelas mulheres. Não há dúvidas de que nos últimos anos a mulher está cada vez mais presente no mercado de trabalho. Este fenômeno mundial tem ocorrido tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento, e o Brasil não é exceção.
É importante, no entanto, ressaltarmos que a inserção da mulher no mundo do trabalho vem sendo acompanhada, ao longo desses anos, por elevado grau de discriminação, não só no que tange à qualidade das ocupações que têm sido criadas tanto no setor formal como no informal do mercado de trabalho, mas principalmente no que se refere à desigualdade salarial entre homens e mulheres.
O presente artigo está organizado da seguinte forma: um pouco da história, a participação da mulher no mercado de trabalho, a questão da instrução e a desigualdade em relação a rendimentos (salários), o trabalho da mulher no Brasil e vários dados estatísticos em relação a evolução da mulher no mercado de trabalho.

HISTÓRIA - MERCADO DE TRABALHO
De acordo com o Artigo 113, inciso 1 da Constituição Federal, “todos são iguais perante a lei”. Mas será que a realidade é essa mesma? Desde o século XVII, quando o movimento feminista começou a adquirir características de ação política, as mulheres vem tentando realmente colocar em prática essa lei.
Isso começou de fato com as I e II Guerras Mundiais (1914 – 1918 e 1939 – 1945, respectivamente), quando os homens iam para as frentes de batalha e as mulheres passavam a assumir os negócios da família e a posição dos homens no mercado de trabalho.
Mas a guerra acabou. E com ela a vida de muitos homens que lutaram pelo país. Alguns dos que sobreviveram ao conflito foram mutilados e impossibilitados de voltar ao trabalho. Foi nesse momento que as mulheres sentiram-se na obrigação de deixar a casa e os filhos para levar adiante os projetos e o trabalho que eram realizados pelos seus maridos.
No século XIX, com a consolidação do sistema capitalista inúmera mudanças ocorreram na produção e na organização do trabalho feminino. Com o desenvolvimento tecnológico e o intenso crescimento da maquinaria, boa parte da mão-de-obra feminina foi transferida para as fábricas.
Desde então, algumas leis passaram a beneficiar as mulheres. Ficou estabelecido na Constituição de 32 que “sem distinção de sexo, a todo trabalho de igual valor correspondente salário igual; veda-se o trabalho feminino das 22 horas às 5 da manhã; é proibido o trabalho da mulher grávida durante o período de quatro semanas antes do parto e quatro semanas depois; é proibido despedir mulher grávida pelo simples fato da gravidez”.
Mesmo com essa conquista, algumas formas de exploração perduraram durante muito tempo. Jornadas entre 14 e 18 horas e diferenças salariais acentuadas eram comuns. A justificativa desse ato estava centrada no fato de o homem trabalhar e sustentar a mulher. Desse modo, não havia necessidade de a mulher ganhar um salário equivalente ou superior ao do homem.

Mais informações
*A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO
*INSTRUÇÃO MUDANDO CONCEPÇÕES
*O TRABALHO DA MULHER NO BRASIL
*LUTAS E CONQUISTAS
*CONSIDERAÇÕES FINAIS
#REFERÊNCIAS

Download:http://www.4shared.com/document/jjEIcZ7S/A_importancia_da_mulher_no_mer.html

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IGUALDADE DE DIREITOS AO ABRIGO DA LEI NÃO DEVE SER NEGADO OU CECEADO PELOS ESTADOS UNIDOS OU POR QUALQUER ESTADO EM RAZÃO DO SEXO.

A ERA
seção 1. Igualdade de direitos ao abrigo da lei não deve ser negado ou cerceado pelos Estados Unidos ou por qualquer outro estado em razão do sexo.
Seção 2. O Congresso terá o poder de impor, mediante legislação adequada, as disposições deste artigo.
Seção 3. Esta alteração entra em vigor dois anos após a data da ratificação.

A Emenda dos Direitos Iguais , proposto pela primeira vez em 1923, para afirmar que as mulheres e os homens têm direitos iguais perante a lei, ainda não faz parte da Constituição E.U..

A ARA foi aprovada pelo Congresso em 1972 e foi ratificada por 35 dos 38 estados necessários. Quando três estados mais votar "sim", é possível que a ERA poderia tornar-se a Emenda 28. A ERA também poderia ser ratificado por reiniciar o tradicional processo de passagem por uma maioria de dois terços do Senado e da Câmara dos Deputados, seguida de ratificação pelos legislativos de três quartos (38) dos 50 estados.

Alice Paul
Estas palavras simples compreendem o texto inteiro da Emenda dos Direitos Iguais (ERA), afirmando a igualdade de aplicação da Constituição E.U. para fêmeas e machos.
O EEI foi escrito em 1923 por Alice Paul, líder sufragista e fundadora da National Woman Partido. Ela eo PNT considerada a época de ser o necessário passo seguinte após a Emenda 19 (afirmando o direito das mulheres ao voto) para garantir a "justiça igual sob "lei para todos os cidadãos.

O EEI foi introduzida em cada sessão do Congresso entre 1923 e 1972, quando foi aprovada e enviada aos Estados para ratificação. O ano de prazo de sete em que propõe a cláusula ERA foi prorrogada pelo Congresso a 30 de junho de 1982, mas no prazo, a época tinha sido ratificado por 35 estados , deixando três estados curta dos 38 necessários para a ratificação. Ela foi reintroduzida em todos os congressos desde aquela época.

No 110 º Congresso (2007 - 2008), a Emenda dos Direitos Iguais foi introduzida como SJ Res. 10 (senador Edward Kennedy, MA, principal patrocinador) e HJ Res. 40 (Rep. Carolyn Maloney, NY, principal patrocinador). Estas contas não impõe prazo no processo de ratificação em suas cláusulas a propor. A ERA Task Force do Conselho Nacional de Organizações de Mulheres apoia estas contas e insta os grupos e indivíduos para defender mais co-patrocinadores e passagem.

A ERA no Congresso
A Emenda dos Direitos Iguais foi reintroduzido na Câmara dos Deputados em 21 de julho de 2009, como HJRes. 61. chumbo patrocinadores são a deputada Carolyn Maloney (D-NY) e Judy Biggert congressista (R-IL).

In Memoriam
Estamos entristecidos pela morte de Agosto de 2009 do senador Edward Kennedy, principal patrocinador da Emenda dos Direitos Iguais no Senado E.U. desde 1982. Seu legado vivo de um profundo compromisso com a igualdade de direitos e de justiça social continua a inspirar-nos no esforço de ratificar o ERA.

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Bulimia

Genero: Punk Rock
Cidade: São Paulo / SP
Integrantes
Bianca - Guitarra/ Voz
Berila - Bateria
Iere - Voz
Naiana - Baixo

BULIMIA
- este foi o nome escolhido para a banda. O nome de uma doença que atinge tantas mulheres, obcecadas por um padrão de beleza ditado pela mídia, não podia ser melhor para uma banda, que luta justamente contra a cultura machista e patriarcal de nossa sociedade, que trata as mulheres como simples objeto, que deve seguir um padrão estereotipado de beleza para serem aceitas. Foi com essa idéia que Bianca escreveu o que mais tarde acabaria virando o hino da banda, uma música sobre mulheres que deixam de fazer o que querem por achar que é coisa de homem, a clássica "punk rock não é só pro seu namorado."

Bulimia - Lute Pela Sua Vida

Nos empurraram uma tarefa!
Nos reservaram um espaço!
Nos colocaram num caminho, mas não temos que seguir!
Não importa se acham bonito ou feio uma garota dar em cima de alguém!
É a sua vida!
Não importa se acham bonito ou feio uma garota exercer certas atividades!
É a sua vida!
Lute por ela!
Não deixem que seus sonhos se tornem lembranças de uma dona de casa passiva e submissa!
Não deixem que seus sonhos se tornem lembranças de uma dona de casa passiva e submissa!
Não deixem que seus sonhos se tornem lembranças de uma dona de casa passiva e submissa!
NÃO DEIXE QUE SEUS SONHOS SE TORNEM LEMBRANÇAS DE UMA DONA DE CASA PASSIVA E SUBMISSA!



Mais informações sobre a banda:
http://www.rockbrasilia.com.br/bandas/banda.php?codigo=113

Audio onlie: http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/bulimia

Vale lembrar também:
BANDAS FEMININAS DE PUNK ROCK AND ROCK'N'ROLL

The Distillers
Bikini Kill
Devotchkas
Dominatrix
Tsunami Bomb
The Donnas
Hole
L7
Babes In Toyland
The Donnas
Courtney Love (carreira solo)


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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Disciplina e Estética da cultura e Subcultura Skinhead


É exatamente o que a disciplina dessas imagens representa.

Imagem seria, conservadora, estilosa e ao mesmo tempo operaria!
Um ponto bem importante e crítico que tenho pensando em relação a tudo isso é: existiram e existem "Skinheads e Skinheads".
Os que realmente viviam a estética com ou sem escolhas, e os que imitavam, pelo simples fato de quererem se encaixar em algum grupo, estilo ou modismo para não se sentirem excluídos visualmente falando diante da sociedade, ou sem uma "gangue".

Então deixando bem claro que...

Não pense em nenhum momento que você deixaria de ser um verdadeiro skinhead, só porque você não tem alguns desses acessórios de MARCAS, como: camisa polo Ben Sherman, Fred Perry, Lonsdale, ou se não tem um coturno Doc Martens, ou um casaco Harrington, ou uma jaqueta Bomber ou sei la mais o que!!

Lembre-se o maior valor de tudo é ser você mesmo, vivendo e contemplando os valores da cultura skinhead, sem modismo que a mídia nos influencia hoje, sem exibição, sem precisarmos ser mais um skinhead cidadão consumista, como sobe na mente de muitos, especialmente "OS SKINHEAD DE INTERNET" que não vivem a cena, apenas admiram a cena e gostam de andar com o estilo skin bem vestido.

Apesar de todos esses trajetos que nossa cultura tenha passado, VIVEMOS A CLASSE OPERÁRIA, E NÃO A CLASSE DA BURGUESIA.

Não caia no papo... A propaganda diz: você precisa!
COMPRAR! COMPRAR! COMPRAR! contaminando a essência com luxo, lixo e mídia.


O SKINHEAD É UM ESTILO DE VIDA ESSÊNCIALMENTE OPERÁRIA! E NÃO UMA VIDA DE MODA!

A sabedoria popular diz que “a beleza é um estado de espírito” e que “a beleza está nos olhos de quem vê”. Se for assim, tudo pode ser belo, desde que nossos olhos possam encontrar a beleza de cada coisa.
Sem precisar encontrar Dinheiro, Marcas, Moda e Exibicionismo!!

Lembrando que, mesmo que todas essas marcas por serem caras em certo lugares, todos nós sabemos que elas reprensentam um valor cultural muito grande para nós skinheads!

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ANDAR COMO DIZEM, " NO ESTILO", NÃO É PRECISAMENTE ANDAR COM ROUPAS DE MARCAS.

Mas se mesmo assim for a preferência de cada um, em obter roupas, acessóris,etc ( DE MARCA ), ao menos saibam onde comprar.
Porque ficar pagando 150, 200 reais em uma simples peça de roupa, só porque um logo é de uma marca conhecida, é algo a se pensar 2 vezes. rsrsrsrs

Uma das melhores dicas que eu posso dar, é comprar todos esses acessórios clássicos e de marcas clássica usando CARTÃO INTERNACIONAL, especialmente pelo site do eBAY.

Para quem não sabe, o eBAY é um mercado online, que permite aos lojistas escoarem produtos para qualquer parte do mundo.


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||Rude Boy ||
Que se resume em:

# Chapéu
# Camisa sociFal ou Polo
# Suspensório
# calça jeans ou social.
#Terno
# Sapato – Brogues ou…
# Bota, deixando a escolha de cada um.

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|| Mod ||
Vestimentas mais sofisticado e moderno, como:


# Corte de cabelo – arredondado com franja
# Camisa/Polo - Fred Perry (ou Social Xadrez)& Sweater
# Jaqueta - Donkey Jackets
# calça jeans – Sta-Prest, Levis,etc...
# Botas - Clarks Desert Boots

OBS: Lembrando que, os Hardmods e Suedehead é algo bem mais interessante do que os MODS, sem essas frescuras em detalhes & retoques, extrapolando a "dureza" do estilo Skin!

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E ao Ilustríssimo visual || SKINHEAD || autêntico.
Se resume em:


# Cabeça raspada, máq. ( 1 à 4 )
# Camisa pólo ou social
( talvez xadrez de preferência)
# Suspensório – fino, ½ cm ou 2 cm, em formato de X atrás de preferência.
Para não ficar puxando sua calça somente no meio da bunda. Rsrsrs ^^’
#Ou sem suspensório, usando sua calça com um cinto de escolha com sua roupa desejada.
# Jaqueta – Bomber ou Harrington, e lembrando é claro, da Autêntica jaqueta Jeans tradicional.
# Calça Jeans – Levis, ou melhor dizendo (Jeans Tradicional ), sem frescuras de listrazinha de ou machas típico calças jeans da moda séc 21.
# Bota – Arroyo, Vilela, e claro o mais desejado por todos skins, o famoso ( DOC. MARTENS ) ^^’
Deixando a preferência de cada um, com 6, 8 ou 12 ilhotes,
Cores: preta, marrom, red cherry. Com solado clássico ou talvez aquele mais bruto com uns mm ou cm a mais.



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Lembrando também da garotas que pertecem a nossa Classe!

|| Mod Girl ||


(Corte de cabelo )
# Super plana e reta na altura do queixo
# Parte central da franja, cerrada

(Saia e vestidos)
# Vestidos de deslocamento caseiro
# Saias retas com pequenos paletós boxy, ou casaco de camursa ou de couro.

(Calçados)
# Sapatos - Hush Puppies
# Sapatos com salto alto - Com couro preto brilhante & couro envernizado.

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||Skinhead - Rude Girl||

Os acessórios das skins girls só muda em relação aos dos homens, ao acrescentar as saias, vestidos e bolsas.

# Cabelo - Corte chamado de Chelsea, em formato de uma coroa, raspado atras, exeto franja e laterais
# Saia jeans
# Saia xadrez
# Saia social

* As camisas são iguais dos modelos citados dos skinheads( homens ), só muda no corte para se aperfeiçoar ao corpo feminino.

* Os modelos de casacos são os mesmos, as calças, sapatos, tênis, boots, etc.



Ou esse visual mais casual, que também é incluido o tênis Adidas.

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||Marcas ligadas a estética SKINHEAD||

Fred Perry
No ano de 1909 em uma cidade chamada Stockport perto de Manchester, nascia o tenista Frederick John Perry. Apesar de uma vida desportiva e empresarial de sucesso, encontrou muita dificuldade para se inserir no mundo elitista do tênis londrino devido às suas humildes origens.

Ben Sherman
Arthur Bernard Sugarman, foi um notável desenhista britânico que nasceu em 1946, fundou sua empresa em 1963, foi o primeiro a usar o estilo "Oxford" (botoes por baixo da camisa), que veio a ser uma moda Mod, mas muito mais usado pelos Skinheads!


Sta-Prest, produzidas por Levi Strauss & Co., a partir de 1964.
As calças eram especialmente populares entre os mods britânicos de meados dos anos 1960 e skinheads no final dos anos 1960 (assim como entre os skinheads tradicionalistas e revivalistas mod de décadas mais tarde).

Lonsdale: Fundada em 1960 em Londres, Lonsdale é uma marca de roupa e de artigos esportivos criada pelo ex-pugilista Bernard Hart, o nome é uma homenagem a Hugh Cecil Lowther que foi o 5º conde de Lonsdale, que organizou o boxe inglês em 1909 e foi presidente do National Sporting Club of Britain.

Everlast - marca criada em 1910, por Jacob Golomb, que era filho de um alfaiate e um ávido nadador, que por conta desse segundo oficio do pai, resolveu lançar uma roupa de natação que tivesse uma durabilidade maior, batizando com o nome Everlast.

Merc: Iniciada por volta de 1967 e fundada pelo Javid Alavi,no centro de Carnaby Street , durante os 40 anos que se seguiram a Merc se tornou um símbolo internacional de vestuário britânico clássico, mas acaba sendo mais procurada pelo povo casual.
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|| Doc Martens ||

Dr. Martens (frequentemente referidas como Doc Martens) é uma marca inglesa, criada na Alemanha em 1946, que inclui calçados, vestuários e acessórios, e que foi adotada nos anos 1960 e 1980 pela contra cultura, principalmente pelo movimento punk rock.

Os calçados, frequentemente conhecidos como Doc Martens, Docs ou DMS, é diferente por causa do seu solado por amortecimento aerado (dublado Bouncing Soles), desenvolvido pelo Dr. Klaus Märtens da Alemanha. As botas e sapatos foram especialmente popular entre os skinheads, punks, grungers e membros de algumas subculturas juvenis.

História

Klaus Märtens era médico no exército alemão durante a II Guerra Mundial. Enquanto estava de licença em 1945, machucou o tornozelo quando esquiava nos Alpes da Baviera. Ele descobriu que o padrão das botas militares era muito desconfortável e o deixava com os pés machucados. Enquanto se recuperava, ele projetou melhorias para as botas, como o couro macio, e solas por amortecimento aerado. Quando a guerra terminou e alguns alemães saquearam suas próprias cidades, Martens pegou couro da loja de um sapateiro e com ele fez um par de botas, com solas amortecidas.

Martens não teve muita sorte vendendo seus sapatos, até que ele se encontrou com um velho amigo seu da universidade, Dr. Herbert Funck, em Munique, em 1947. Funck ficou intrigado com o design dos novos modelos de sapatos e os dois entraram em negócio em Seeshaupt no mesmo ano, na Alemanha, usando borracha descartada de aeroportos da Luftwaffe (força aérea alemã). As solas confortavéis e duravéis foram um grande sucesso entre as donas de casa, sendo que 80% das vendas foram para mulheres com mais de 40 anos.